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Governo brasileiro diz que fronteira com Venezuela segue aberta e “tranquila”

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) detalhou, na manhã deste sábado (3/1), os temas tratados na reunião de emergência convocada após o ataque dos EUA à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro.

Segundo o ministro da Defesa, José Múcio, fronteira do Brasil com a Venezuela segue aberta, segura e “tranquila”.

Governo brasileiro diz que fronteira com Venezuela segue aberta e “tranquila” - destaque galeria5 imagensO Ministro da Defesa, José Múcio, e a secretária-geral das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, falam com a imprensa após ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás MaduroO Ministro da Defesa, José Múcio, e a secretária-geral das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, falam com a imprensa após ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás MaduroO Ministro da Defesa, José Múcio, e a secretária-geral das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, falam com a imprensa após ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás MaduroO Ministro da Defesa, José Múcio, e a secretária-geral das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, falam com a imprensa após ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás MaduroFechar modal.MetrópolesO Ministro da Defesa, José Múcio, e a secretária-geral das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, falam com a imprensa após ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro1 de 5

O Ministro da Defesa, José Múcio, e a secretária-geral das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, falam com a imprensa após ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro

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O Ministro da Defesa, José Múcio, e a secretária-geral das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, falam com a imprensa após ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro

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O Ministro da Defesa, José Múcio, e a secretária-geral das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, falam com a imprensa após ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro

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O Ministro da Defesa, José Múcio, e a secretária-geral das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, falam com a imprensa após ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

“A fronteira está absolutamente tranquila. Nós já temos um contingente suficiente de homens e equipamentos para garantir segurança e dar tranquilidade. Estamos monitorando a situação o tempo todo”, declarou.

Ainda segundo Múcio, não registro, até o momento, de brasileiros entre as vitimas dos ataques:

“A comunidade brasileira está tranquila e nenhuma ocorrência até o momento. Os turistas que lá estão estão conseguindo sair, normalmente, com qualidade total com relação à comunidade brasileira”.

O encontro, que reuniu ministros e assessores do petista, aconteceu no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

Estavam presentes o ministro da Defesa, José Múcio; as ministras interinas do Ministério das Relações Exteriores, embaixadora Maria Laura da Rocha, e da Casa Civil, Miriam Belchior; e diplomatas do Itamaraty e da Presidência da República. Os titulares do MRE (Mauro Vieira) e da Casa Civil (Rui Costa) estão de férias e afastados do cargo.

Lula participou de forma remota. O titular do Planalto está de férias na Restinga de Marambaia, base da Marinha no Rio de Janeiro. Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, uma sala no local foi preparada para o presidente acompanhar as discussões.

Até então, o petista pretendia manter o recesso até a segunda-feira (6/1), retornando ao trabalho no dia seguinte. Ele, porém, aguarda informações sobre o desenrolar dos fatos para decidir se retornará antes para Brasília.

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Mais cedo, Lula condenou o ataque norte-americano, dizendo que a ação “ultrapassa uma linha inaceitável”.

“Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, disse o presidente em publicação no X.

Ele acrescentou ainda que, “atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”.

“A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”, destacou Lula.

O presidente brasileiro pediu ainda para que a comunicada internacional, por meio da Organização das Nações Unidas (ONU), responda “de forma vigorosa a esse episódio”.

Governo brasileiro diz que fronteira com Venezuela segue aberta e “tranquila” - destaque galeria10 imagensEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaImagens da ofensiva realizada em CaracasGoverno brasileiro diz que fronteira com Venezuela segue aberta e “tranquila” - imagem 6Fechar modal.MetrópolesImagens da ofensiva realizada em Caracas1 de 10

Imagens da ofensiva realizada em Caracas

Jesus Vargas/Getty ImagesEUA ataca Caracas, capital da Venezuela2 de 10

EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

Stringer/Anadolu via Getty ImagesEUA ataca Caracas, capital da Venezuela3 de 10

EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

Boris Vergara/Anadolu via Getty ImagesEUA ataca Caracas, capital da Venezuela4 de 10

EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

enezuela. (Photo by Pedro Rances Mattey/Anadolu via Getty ImagesImagens da ofensiva realizada em Caracas5 de 10

Imagens da ofensiva realizada em Caracas

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Vinícius Schmidt/MetrópolesNicolás Maduro8 de 10

Nicolás Maduro

Igo Estrela/MetrópolesO ditador Nicolás Maduro e Lula9 de 10

O ditador Nicolás Maduro e Lula

Igo Estrela/MetrópolesLula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanos10 de 10

Lula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanos

Hugo Barreto/Metrópoles

EUA x Venezuela

  • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
  • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
  • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
  • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
  • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou, por meio da rede Truth Social, os ataques ao território venezuelano e a captura do presidente Maduro e da esposa, Cilia Flores.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, afirmou o líder norte-americano.

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu uma prova de vida do presidente Maduro. Segundo Delcy Rodríguez, ele está desaparecido.

Depois da captura, a procuradora-geral norte-americana, Pam Bondi, informou que o venezuelano foi indiciado e será julgado por uma Corte em Nova York por “narcoterrorismo”.

Além disso, o líder chavista é acusado de outros crimes, como tráfico de cocaína e posse de armas “contra os Estados Unidos”, informou Bondi. A esposa de Maduro também foi indiciada.

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