A governadora Celina Leão (PP) iniciou seu mandato com o propósito de salvar o BRB, após rombo bilionário deixado pela gestão do ex-presidente da instituição, Paulo Henrique Costa. O GDF é o maior acionista do BRB.
Após o relevante relatório de auditoria da Kroll e da banca Machado Meyer Advogados apontar o nome de uma série de dirigentes do Banco de Brasília (BRB) que teriam envolvimento direto nas negociações com o Bando Master, a governadora do Distrito Federal mandou afastar todos os citados.
A maioria dos dirigentes apontados pela consultoria teriam feito parte do grupo de trabalho que avaliou a compra do Master, vetada pelo Banco Central (BC) em setembro de 2025.
De acordo com o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, os índices de liquidez e capital do banco estão controlados. Nesta quarta-feira (1/4), foi publicado edital de convocação, para o dia 22 deste mês, de Assembleia Geral Extraordinária para tratar do aumento de capital do BRB.
Na última quarta-feira (31/3), a instituição não conseguiu cumprir o prazo e não apresentou o balanço na data prevista. Segundo o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, a instituição aguarda resultado da auditoria forense que apontará o real prejuízo da compra de ativos do Banco Master.
O BRB corre para tentar obter empréstimo de R$ 4 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para divulgar balanço menos apocalíptico e com perspectiva de salvação do banco.
Dentro do BRB houve comemoração, por parte dos servidores concursados, após Celina pedir o afastamento imediato dos envolvidos.
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