Parecer da PGR frustra Arruda e ministra Cármen Lúcia jogará pá de cal na pretensão do notório corrupto

Arruda estava todo assanhado pela cidade fingindo que fora inocentado pela justiça e pedindo votos por todo lado de olho no Buriti.

Mais uma vez Arruda conseguiu iludir alguns nomes conhecidos na cidade, como Izalci, Fraga, Giffoni  e até o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab ao afirmar que estava livre, leve e solto para disputar o GDF.

Arruda estava todo feliz por ter apoio de Kassab, que lhe prometeu dinheiro para a campanha e apoio político (ao ponto de ‘atropelar’ o presidente regional do PSD, Paulo Octávio, que está alinhado com a candidatura de Celina Leão ao Buriti).

Mas o engenheiro elétrico da CEB, que consegue fazer milagre com a aposentadoria que recebe para viver vida de luxo (como passar o fim de ano na Europa voando em primeira classe), mais uma vez ficará de fora da disputa. Seu projeto naufragou!

Conhecido no Distrito Federal como mentiroso contumaz e político mais corrupto da história da cidade, o  ex-governador José Roberto Arruda (PSD) recebeu um ‘presente de grego’ da Procuradoria-Geral da República um dia após completar 72 anos.

O parecer enviado na terça-feira (6) pelo PGR Paulo Gonet ao Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da ação movida pela Rede Sustentabilidade, posiciona-se de forma contrária às mudanças na Lei da Ficha Limpa e coloca em xeque, mais uma vez, a tentativa de Arruda de concorrer ao Governo do Distrito Federal.

Desde que anunciou estar “livre” para voltar à política, Arruda tem se apoiado justamente no trecho da legislação que agora está sob análise da ministra Cármen Lúcia. O problema é que a PGR endossou a tese de que a alteração promovida pelo Congresso Nacional – uma mudança feita sob medida para beneficiar não apenas Arruda, mas também outros políticos carimbados como ficha-suja, a exemplo de Anthony Garotinho e Eduardo Cunha – é ilegal.

O parecer de Gonet é literalmente um balde de água fria nas pretensões eleitorais de Arruda em 2026. O risco de ser novamente barrado é alto, como já ocorreu em 2014, 2018 e 2022. Sem a mudança na legislação, não há milagre possível — nem santo que resolva.

O caso está agora nas mãos da ministra Cármen Lúcia para decidir sobre a constitucionalidade da mudança na Lei da Ficha Limpa, um dos principais símbolos do combate à corrupção no Brasil. O enfraquecimento da norma, tão celebrado por Arruda e outras raposas da política nacional, representaria um retrocesso institucional grave e um desrespeito direto à vontade popular que deu origem à lei.

Nos bastidores do STF, a expectativa é de que a ministra se posicione rapidamente sobre a ação direta de inconstitucionalidade. A avaliação predominante entre juristas e magistrados é de que Cármen Lúcia deverá barrar o retorno de políticos condenados, como José Roberto Arruda, ao cenário eleitoral, evitando a repetição de velhos crimes cometidos quando detinham poder.

Conforme decisão mais recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Arruda permanece inelegível até 2032. A narrativa de que estaria apto a concorrer é apenas mais uma mentira eleitoral que o ex-governador insiste em vender a cada eleição.

Arruda até tenta fazer Lula convencer Cármen Lúcia para ignorar o Parecer da PGR, mas o petista já tem candidato do PT no DF e não se esqueceu que Arruda estava no PL e sua ex-mulher Flávia no governo Bolsonaro

Condenado, Arruda ainda deve mais de R$ 500 milhões aos cofres públicos. Arruda está, por enquanto, livre, mas não está inocentado. Está igual a Lula…

A pré-campanha de Arruda ruiu. E agora, Kassab?

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