Lula exalta operação da PF contra hackers do Pix: “Trabalho sério”

Em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (30/10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) exaltou o trabalho da Polícia Federal (PF) na segunda fase da Operação Magna Fraus, deflagrada para desarticular um grupo criminoso formado por hackers especializados em fraudes bancárias.

O petista destacou que a corporação tem “inteligência policial, tecnologia e planejamento”, e que a operação é resultado de “mais um trabalho sério e eficaz”. A ação resultou na determinação do bloqueio de bens e valores de investigados na ordem de R$ 640 milhões, com o objetivo de descapitalizar a quadrilha.

“Inteligência policial, tecnologia e planejamento. É com o uso dessas armas que a Polícia Federal localizou e prendeu suspeitos de integrar a quadrilha de hackers que desviou dinheiro de empresas ligadas ao PIX. Mais um trabalho sério e eficaz da Polícia Federal”, afirmou Lula.

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A declaração é dada no dia em que o chefe do Executivo sancionou a lei que endurece o combate ao crime organizado no país e amplia a proteção de autoridades e servidores públicos envolvidos na área.

Operação da PF

As investigações da Operação Magna Fraus, deflagrada nesta quinta, apontam que a organização desviou mais de R$ 813 milhões de contas utilizadas por bancos e instituições de pagamento para gerenciar transferências via Pix de clientes.

Os suspeitos são acusados de organização criminosa, invasão de dispositivo informático, lavagem de dinheiro e furto mediante fraude eletrônica.

Estão sendo cumpridos 42 mandados de busca e apreensão e 26 de prisão (19 preventivas e 7 temporárias) nas cidades de Goiânia (GO), Brasília (DF), Itajaí (SC), Balneário Camboriú (SC), São Paulo (SP), Praia Grande (SP), Belo Horizonte (MG), Betim (MG), Uberlândia (MG), João Pessoa (PB) e Camaçari (BA).

Parte dos investigados encontra-se no exterior. As prisões internacionais estão sendo executadas simultaneamente, com apoio da Interpol, da Brigada Central de Fraudes Informáticos da Polícia Nacional da Espanha e de órgãos policiais da Argentina e de Portugal, por meio de cooperação internacional.

A investigação é conduzida pela PF e tem o apoio do Cyber GAECO do Ministério Público do Estado de São Paulo.

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